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Yes, many loved before us, I know that we are not new
In city and in forest, they smiled like me and you
But now it’s come to distances and both of us must try
Your eyes are soft with sorrow
Hey, that’s no way to say goodbye
Hoje é um dia triste para mim, foi-se um grande artista, uma inspiração, o poeta e cantor canadense Leonard Cohen.
Recentemente eu comentei com a minha esposa que um dia eu queria ser como ele, deixar aflorar de voz ainda que tardiamente minha veia artística e expressar-me da melhor forma que puder. Cohen foi assim, cantor na segunda metade de sua vida, mas levando para as suas canções as letras cheia de lirismo, narrando histórias dos abandonados e incompreendidos, da fé e da esperança, do amor e do desamor, da redenção e do desejo. Foi usado como trilha em muitos filmes e tem várias canções reconhecidas por muita gente, apesar de nunca ter sido uma estrela da música. Seu foco sempre foi a qualidade, a expressão.
Recebo com tristeza a notícia de sua partida. Não há como dizer adeus. Eu, na minha pequenez, me despedi cantando junto e em voz alta algumas de minhas canções preferidas. Master Song, Stranger Song, Suzanne, Teachers, Dance Me to the End of Love, So Long Marianne, The Future e Waiting for the Miracle (ambas usadas em Assassinos por Natureza, com perfeição)…
So Long, Leonard…
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